PCDF deflagra nova fase de operação sobre invasão sistemática do Detran-DF

PCDF deflagra nova fase de operação sobre invasão sistemática do Detran-DF

Na manhã desta terça-feira (16), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por intermédio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC/DECOR), deflagrou a terceira fase da Operação Bypass, investigação voltada à desarticulação de organização criminosa responsável pela invasão sistemática ao sistema informatizado do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN-DF).

 

O esquema permitia a supressão fraudulenta de multas de trânsito, a alteração de débitos veiculares e a regularização ilícita de habilitações cassadas ou suspensas, mediante remuneração paga pelos beneficiários. Fases da Operação

 

A operação chegou à sua terceira fase, após trabalho investigativo contínuo que permitiu desmantelar progressivamente as diversas camadas da organização.

 

Na primeira fase, foram presos os membros da cúpula do grupo — responsáveis pelo desenvolvimento e pela operação do aplicativo utilizado para invadir e explorar as vulnerabilidades do sistema do DETRAN-DF.

 

A segunda fase teve como alvo os integrantes encarregados da comercialização dos serviços ilícitos, com captação ativa de clientes por meio de redes sociais.

 

A terceira fase, deflagrada nesta data (16), aprofundou o alcance da repressão sobre a mesma camada de comercialização, atingindo agenciadores que recrutavam clientela, coordenadores de lotes de demandas e operadores responsáveis pela triangulação financeira dos recursos obtidos ilicitamente. Terceira fase Ao longo das três fases, nove pessoas foram presas. Nesta data (16), foram efetuadas três prisões temporárias, cumpridas com base em mandados judiciais expedidos pela 7ª Vara Criminal de Brasília. Simultaneamente, foram executados mandados de busca e apreensão nos endereços dos alvos e implementadas medidas cautelares assecuratórias patrimoniais, incluindo o bloqueio de ativos financeiros e o bloqueio de criptoativos, dentro de teto global de R$ 12.060.000 (doze milhões e sessenta mil reais). Modus operandi As investigações demonstraram que a organização operava de forma profissional

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